Eu AMO falar desse dia! Foi assim:
Dia de clube normal, tava um saco. Calor pra caralho e monotonia pra caralho. O rafs me liga chamando pra ir lá no Ayrton. Já tava de noite quando ele me ligou, eu nem tava muito afim de ir mas, eu não tava afim mesmo era de ficar em casa. Principalmente quando este dia era um sábado à noite de plenas férias. Tudo bem que eu ia viajar na segunda-feira de manhã mas estava no final do mês e eu não tinha feito nada, até então. O rafs disse que eles passavam lá em casa pra me buscar já que eles iam no mercadinho comprar mais coisas. Tudo bem. Fiquei esperando no portão e, quando eles chegaram... Cumprimentei o rafs e DO NADA surgiu um ser na minha frente com a aparência muito da agradável. Eu não sabia se cumprimentava, com um beijo no rosto e um "prazer". Acho que durou uns 3 segundos a minha olhada nele, mas foi tempo demais pra tentar voltar atrás e cumprimentar naturalmente. "Oi" e um sorriso. Foi só isso, da minha boca e da dele. E dos nossos olhos a mesma percepção, a mesma intenção. Beleza, lá fomos nós. Chegando lá no Ayrton, de novo aquele olhar. Conversa vai, conversa vem.. Em fim, a gente tava interessado um no outro. Eu percebi nele uma necessidade de mim, não de mim Marcella, mas de mim no sentido do que eu poderia oferecer. Pensei comigo: não sei explicar essa sensação mas, esse cara precisa de mim. E ele pensou: não sei explicar essa sensação mas, essa menina precisa de mim, precisa de ajuda.
É, a gente combinou de primeira. Então, por quê não juntar o útil ao agradável? rssr. Mas sério, foi isso mesmo que a gente pensou. A casa era no aldeia do vale. E tinha um espação bem do lado da casa com muitas árvores. A gente tava na cozinha e aquele cara virou pra mim e disse: Vamo ali. E a gente foi pra esse lugar que eu falei. Escuro, cheio de árvores. rsrs Então, a gente ficou. :D Foi MARA. sr
Do nada a gente começou a conversar das nossas vidas, ele contou mais sobre ele do que eu de mim. A gente conversou demais. E pelo menos eu, percebi o tanto que as nossas vidas tinham sido parecidas até a gente se conhecer. A medida que ele falava eu achava incrível ele ter passado pela mesma coisa que eu. É claro que a história não foi exatamente a mesma, mas a lição de moral foi. Eu não esperava mesmo conhecer uma pessoa com o passado parecido com o meu. Aliás, é claro que eu sei que tem muita gente que já passou pela mesma coisa que eu mas, eu não esperava que fosse ele (apesar de eu nunca ter conhecido antes), e não esperava mesmo que a gente se tornaria companheiros um pro outro. E a gente prometeu naquele dia que iríamos ser. Não companheiros como namorados mas, como amigos mesmo. E nós estávamos sentados ao redor de uma parede de árvores, sob a única luz por perto, a forte luz da lua. E estava realmente muito forte. Eu lembro disso. Compartilhamos um carinho tão grande, um afeto tão sincero. E um abraço mais sincero ainda. Eu não sabia se o veria denovo. Não importava. Apesar de eu não ter aquela certeza eu e ele estávamos precisando de um momento daqueles ha muito tempo. Ha muito tempo mesmo. Foi um dos momentos mais mágicos e românticos de toda a minha vida. Eu nunca vou esquecer e me certifiquei de que ele também não se esqueceria. Eu sabia que ele não esqueceria. Foi muito importante pra nós. E hoje compartilhamos momentos felizes, engraçados.
Eu amo você João Paulo. :)
Ah! Hoje a gente namora, sim!