sábado, 27 de dezembro de 2008

Foi engraçadinho. Eu estava na sala daqui de casa quando ouvi um carro parar mais ou menos na minha porta. Mas não era aqui, era no visinho da frente, amigos antigos da vovó. Aí, desceu uma mulher aparentemente já com uma certa longa idade de vida, sorrindo. Ela desceu do carro e veio na minha calçada, foi em direção às flores da calçada e ficou lá mechendo nelas. E rindo para elas. Sabe aquelas pessoas que têm um grande apego pelas plantas, que sempre quando vão agua-las, rola uma conversinha? Então, acho que essa mulher era desse tipo de gente. Aí, ela olhou para as outras plantas daqui de casa e sorriu para elas. Como se as estivesse achando umas gracinhas de crianças. Foi quando ela percebeu que o portão da casa que ela ia se abriu. Aí, ela ficou um pouco na porta, ainda na rua. Olhando para cima. Observando a imensa árvore que balançava com o vento de chuva. E admirava bastante a magnifica natureza. Ela entrou. Assim como aqui em casa, o portão deles também é de grade. Então dá pra ver o jardim da frente. Aí, ela foi direto numa árvorizinha. Uma mesma espécie que tem no jardim da frente daqui de casa. Foi lá, quase abraçou a árvore, pegou a flor delicadamente com sua delicada mão e, a cheirou. Foi tão engraçadinho. Chamaram pra entrar. Ela entrou.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Foi lindo !

Esta noite eu tive um sonho. Não sei bem se foi apenas UM sonho, porque havia 3 partes, ou melhor, 3 histórias. Mas que de alguma forma, em algum momento dessas histórias, uma fazia ligação com as outras duas. E eu também não sei como. Mas fazia, só sei que fazia. E eu também não me lembro muito bem, mas lembro-me muito da terceira parte. E foi esta, a mais bonita.
Foi assim: Eu tava na Itália com a minha prima (Ana Clara, mais especificamente no Lago Del Garda. Lá nesse lugar existem várias cidadezinhas entre as grandes montanhas. Muito lindo mesmo. Há cidades na costa do lago e mais distantes. A gente tava numa espécie de barco, acho que era uma lancha(dá pra ver que era sonho mesmo) e a gente andava muito rápido com ela. De um lado e do outro do lago. A gente ia perto de uma cidade e quem adivinhasse qual cidade que era aquela, ganhava. oO Parecia uma espécie de jogo. A gente ria tanto, parecia-mos duas bêbadas. Mas não, era só trela mesmo. Aí acabou.

Depois, eu lembro de estar aqui no Brasil. Lá no clube Jaó. Com alguns amigos, acho que a Laura tava no meio dessa pequena galerinha. Mas eu não vi o rosto de ninguém. E tinha um "amigo", que no sonho eu conhecia ou tinha acabado de conhecer.(SEI LÁ) Mas na minha vida real não faço a mínima idéia de quem possa ser. E eu vi mais ou menos o rosto dele. Ele tinha pele branca, cabelos pretos e um pouco comprido. E também um pouquinho acima do peso, mas só um pouquinho mesmo. Tava todo mundo nas mesinhas, e ele degustava de um picolé. E o assusto era muito estranho. Não sei dizer ao certo o que estávamos falando porque não me lembro das falas. Mas lembro que era algo sobre o universo. Sobre o mundo que vinha, que ia acabar, que ia mudar, que ia acontecer alguma coisa com o mundo sei lá. Eu lembro de ficar meio assustada no sonho mas não dei muita bola. Eu tava com fome, aí eu fui na lanchonete e comprei uma coxinha. E a Leddyane tava trabalhando lá. Tinha um monte de coxinha. Ela me vendeu uma e pediu um pedaço porque era muito boa e ela tava com muita vontade de comer mas não podia. Eu dei um pedaço à ela. aí eu saí... Tava indo em direção às mesinhas novamente mas, no meio do caminho essa parte do sonho acabou.

Depois só me lembro de estar aqui em casa, depois de um dia cheio de clube. Tava anoitecendo. Não estava claro mas não estava de noite. E tava muito nublado. Muito mesmo. E a Ana Cristina tava na varanda observando o céu nublado e preto Junto ao céu, a lua. A lua laranja e cheia por trás de pequenas moléculas d'água em forma de vapor. Aí eu fiquei olhando também. Tinha mais um menino mas ele tava de costas e logo, desapareceu. A Ana apontou pro céu. Mas não para que eu visse. Ela simplesmente apontou. Minha vó tava deitada na rede e não percebeu nada do que acontecia. Quando eu olhei pro céu nublado e observei a lua do lado esquerdo do céu reparei do lado direito dele e do nada apareceu outra lua! Outra lua laranja e cheia. Aí as nuvens foram saindo da nossa frente e nós pudemos observar todo o céu que escurecia. De repente, quando isso aconteceu, havia mais luas! Havia umas seis! Seis lindas luas laranjas! Tem mais! Dava pra ver três sombras de três planetas. Um era saturno e os outros dois não deu pra identificar, porque afinal eram apenas sombras.

Foi muito interessante.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Pessoal de Santa Catarina

Eu tô muito chateada com uma coisa. Muito mesmo. Olha, o pessoal lá realmente tá precisando de ajuda. Tá todo mundo literalmente fudido. Esses dias pra trás eu fui ao Mercadinho, foi quando eu vi uma faixa ENORME dizendo que o povo de Santa Catarina precisa de ajuda e que nós podíamos doar alimentos e cobertores, etc. É claro que eles precisam de ajuda, é claro que nós podemos ajudar. Mas ou, o mundo inteiro e inclusive, o Brasil inteiro também precisa. Existem milhares de pessoas, de crianças do NOSSO país que não tem o que vestir, não tem onde morar, não tem o que comer. E por que a gente não vê por aí: "Ajude o povo do nordeste, doe alimentos" ? Porra bixo. É muita gente sabe, tá o mundo inteiro sabendo daquela desgraça no sul. E tem mais desgraças ainda no sul, no sudeste, no norte, nordeste e centro-oeste. E o pior é que essas desgraças ninguém tá sabendo especificamente de pelo menos UMA. Eu não tô sabendo. Mas eu tô sabendo que tem gente, e muito mais gente desgraçada ha muito mais tempo que o pessoal de SC. Não os estou deixando de lado. A gente deveria fazer a mesma faixa que fizeram pra SC, para todo o país. Poorra..... E infelizmente não estou fazendo nada a respeito. Nem com resto do país, nem com o pessoal de SC. E me sinto envergonhada com isso. Era meu dever como cidadã de classe-média.

Quando não temos mais solução

A vida é fácil. Muito fácil. É só viver, arcar com tudo. Relacionamentos, dificuldades, felicidades, erros, acertos e consequências. Quer ver mais claramente o tanto que é fácil? O que a gente faz quando dá tudo ou, alguma coisa errada e nós nem queremos tentar melhorar ou tentar concertar? Quando a gente entrega os pontos, como é que é? A gente apenas diz: foda-se.
O foda-se dá um poder enorme pra gente né? Dá um controle imenso da situação e ninguém pode discutir com você. Porque vc já disse o foda-se. E quando se diz isso... Pronto. Você é o rei da cocada preta. :)

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Deus por nós mesmos

Você acredita em mágica? Eu acredito. Eu posso parecer um tanto quanto louca ao dizer o que vou dizer mas, são apenas pensamentos de um dia entediante com o corpo sob a cama e uma preguiça do tamanho do universo. Aliás, é do universo mesmo que eu vou falar. Outro dia eu tava lendo umas coisas antigas de diário. Nem tão antigas.
Bom, aos olhos da bíblia e de muitas pessoas foi Deus quem criou o mundo e o que existe nele. Quando um artista faz uma obra normalmente ele quer vender ou expor. Por quê devo acreditar que Ele foi a primeira coisa a existir? Pra quê Ele criou tudo isso? Pra quê? Pra mostrar pra quem? Pra impressionar a quem? Pra competir com quem? Olhe para o nosso mundo. O que nos rege? Competição(principalmente). Algo deu errado na obra de Deus, ou ele simplesmente preferiu não fazer nada perfeito e nos deixar acreditar que apenas Ele era perfeito. Ou simplesmente o que pensamos ser imperfeito é o próprio perfeito. Todos nós somos imperfeitos. O que é imperfeição, afinal? É perfeito ser imperfeito! E é essa a perfeição. Pelo menos eu penso assim. Entende? Pense no seguinte: por quê algo perfeito criaria coisas e seres imperfeitos? Se alguém é perfeito como poderia saber o que é imperfeição? É, acho que tem alguma coisa errada nessa história toda. Além do mais, artistas se inspiram. No que Deus se inspirou?! Porra! Eu sei que é um discurso sem fim. Mas foda-se.
E se o céu não for nada azul? E se for apenas efeito de uma "varinha de condão"?
Deus criou o mal também? O mal é explicado como um afastamento de Deus, ao afastarmos Dele estamos expostos às tentações mundanas, e é isso o mal. A gente se afasta Dele e o fedorento procura nos influenciar de tudo quanto é jeito. [Não sou eu quem explicou isso]
Bom, se não foi Deus quem CRIOU o mal. Com essa explicação logo, podemos ver que Deus não estava sozinho quando resolveu criar tudo. E aí, qual é a "verdade"?
Cara, todo mundo enche o saco. Todo mundo é a Marília e a minha vó! ehehiu. Minha vó fala que eu chingo mais quanto to perto da Laura, que eu faço mais isso do que aquilo quando to perto da Laura. E a dona Marília idem. Mas não é isso, é porque quando a gente tá junto a gente é mais a geeente, entendeu? hehe. "Eu sou mais eu quando tô com vc" E é assim mesmo. E pronto. Não enche o saco porra.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Ele.

Eu AMO falar desse dia! Foi assim:
Dia de clube normal, tava um saco. Calor pra caralho e monotonia pra caralho. O rafs me liga chamando pra ir lá no Ayrton. Já tava de noite quando ele me ligou, eu nem tava muito afim de ir mas, eu não tava afim mesmo era de ficar em casa. Principalmente quando este dia era um sábado à noite de plenas férias. Tudo bem que eu ia viajar na segunda-feira de manhã mas estava no final do mês e eu não tinha feito nada, até então. O rafs disse que eles passavam lá em casa pra me buscar já que eles iam no mercadinho comprar mais coisas. Tudo bem. Fiquei esperando no portão e, quando eles chegaram... Cumprimentei o rafs e DO NADA surgiu um ser na minha frente com a aparência muito da agradável. Eu não sabia se cumprimentava, com um beijo no rosto e um "prazer". Acho que durou uns 3 segundos a minha olhada nele, mas foi tempo demais pra tentar voltar atrás e cumprimentar naturalmente. "Oi" e um sorriso. Foi só isso, da minha boca e da dele. E dos nossos olhos a mesma percepção, a mesma intenção. Beleza, lá fomos nós. Chegando lá no Ayrton, de novo aquele olhar. Conversa vai, conversa vem.. Em fim, a gente tava interessado um no outro. Eu percebi nele uma necessidade de mim, não de mim Marcella, mas de mim no sentido do que eu poderia oferecer. Pensei comigo: não sei explicar essa sensação mas, esse cara precisa de mim. E ele pensou: não sei explicar essa sensação mas, essa menina precisa de mim, precisa de ajuda.
É, a gente combinou de primeira. Então, por quê não juntar o útil ao agradável? rssr. Mas sério, foi isso mesmo que a gente pensou. A casa era no aldeia do vale. E tinha um espação bem do lado da casa com muitas árvores. A gente tava na cozinha e aquele cara virou pra mim e disse: Vamo ali. E a gente foi pra esse lugar que eu falei. Escuro, cheio de árvores. rsrs Então, a gente ficou. :D Foi MARA. sr
Do nada a gente começou a conversar das nossas vidas, ele contou mais sobre ele do que eu de mim. A gente conversou demais. E pelo menos eu, percebi o tanto que as nossas vidas tinham sido parecidas até a gente se conhecer. A medida que ele falava eu achava incrível ele ter passado pela mesma coisa que eu. É claro que a história não foi exatamente a mesma, mas a lição de moral foi. Eu não esperava mesmo conhecer uma pessoa com o passado parecido com o meu. Aliás, é claro que eu sei que tem muita gente que já passou pela mesma coisa que eu mas, eu não esperava que fosse ele (apesar de eu nunca ter conhecido antes), e não esperava mesmo que a gente se tornaria companheiros um pro outro. E a gente prometeu naquele dia que iríamos ser. Não companheiros como namorados mas, como amigos mesmo. E nós estávamos sentados ao redor de uma parede de árvores, sob a única luz por perto, a forte luz da lua. E estava realmente muito forte. Eu lembro disso. Compartilhamos um carinho tão grande, um afeto tão sincero. E um abraço mais sincero ainda. Eu não sabia se o veria denovo. Não importava. Apesar de eu não ter aquela certeza eu e ele estávamos precisando de um momento daqueles ha muito tempo. Ha muito tempo mesmo. Foi um dos momentos mais mágicos e românticos de toda a minha vida. Eu nunca vou esquecer e me certifiquei de que ele também não se esqueceria. Eu sabia que ele não esqueceria. Foi muito importante pra nós. E hoje compartilhamos momentos felizes, engraçados.
Eu amo você João Paulo. :)
Ah! Hoje a gente namora, sim!

O saber

Ela não sabia se deveria gritar naquela hora, não sabia se podia simplesmente pedir pra ele parar. O lugar estava escuro e não havia ninguém em casa. Ela estava aflita. A luz do poste lá fora iluminava nos seus olhos negros de jabuticaba um grande desespero. Ela parecia uma criança com medo de monstros. Aliás, ela era uma criança. Tinha 13 anos e não sabia o que significava um beijo, não sabia o que significava um abraço, o afeto de um homem. Não sabia o que era fazer amor. Para ela o beijo ainda era uma coisa nojenta. Mas seu padrasto ensinou bem isso tudo.
Engraçado... A gente normalmente olha pra trás e não nos arrependemos de nada do que fizemos, o que fizemos ou deixamos de fazer não fez diferença nos dias de hoje. Não estou dizendo que é sempre mas normalmente é assim. Mas a gente se arrepende de um monte de coisas o tempo todo! A gente se arrpende de não ter dito algo ou de ter dito algo. De fazer ou não fazer. 'So, what's the point'?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Dança! aaah, dança!



Ah! Se meu corpo conhecesse todos os movimentos que minha alma é capaz de conduzi-lo! Ah! Se meu corpo soubesse o que meu coração agüenta


Ahh!! Quem me dera se eu pudesse dançar assim... Não é "simplesmente" um sonho... sei lá explicar. É como se fosse necessário pra mim, pra minha alma, para a vida toda. Eu simplesmente não vivo sem, não vivo mesmo. E tenho que ter um pouco todo dia!Sabe qual é o melhor passo de dança? É aquele que se usa o máximo de força e, conseguir fazer com que ele pareça extremamente suave e fácil. É difícil. Uma das melhores partes do ballet é a musica! Puta que pariiiu! É uma sensação incrível, inexplicável!! Nossa! Aquele beethoven, tchaikovsky!! É simplesmente inexplicável. É uma arte tão forte, não só uma mas mais de uma bruscamente unidas. É de chorar hein! rsrs. Mas é sério, é um encantamento.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Perdoem-me a falta de assunto pro primeiro post, eu sei que vocês esperavam uma história legal pra contar, mas não. Hoje não tem nada de legal na minha cabeça nem no meu dia. Apenas alguns fatos que não merecem lugar por aqui.
Pensei em várias coisas. Me apresentar seria interessante? Não... acho que não. Me apresentar seria dizer um pouco de mim, certo? Vai lendo aí, dia a dia, que você me entende um pouco.

Tô aqui em casa, minha vó também tá aqui. Vovó é mais conhecida como Dona Jota. É uma guria muito gente boa. heihie Ela é demais! E olhe, não é papo de neta coruja. Ela acabou de chegar em casa e como de costume a empregada gosta muito de conversar com ela a respeito dos nossos gatos(os de estimação). Havia dois, uma fêmea e um macho. O macho era filho da fêmea e eles viviam brigrando. O macho começou a querer mijar por tudo quanto era lado e minha vó ficava puta de ódio. Vovó reformou a casa, gastou um puta dum dinheirão e não é de se espantar que ela expulsou o gato mijão daqui. Tadinho... Mas ele ficou com a nossa empregada e ela ama aquele gato, conversa com ele e o trata como se fosse gente(não que nós não devemos tratar os animais como se fossem gente), mas ela tem um carinho deslumbrante com os animais, assim como eu. Mas sabe, não sei se é falta de amizades ou um amor verdadeiro por bichanos mas, que ela vive conversando com eles... aah isso ela vive. Mas não pense que você se vê nessa mulher, pois não vê. Ela conversa MESMO. Ela conta à eles o tanto que o mundo tem gente perigosa e pede pra eles tomarem cuidado ao saírem nas ruas, dá bronca quando eles sobem nos móveis, resmunga quando eles resmungam. Essa mulher é incrível. Ela foi criada sem os pais verdadeiros, tiraram sua filha de seus braços, foi maltratada pelos parentes e pela vida afora. Mas ela não desistiu, cresceu e se tornou independente na maneira do possível. Limpando casas e cozinhando, e ela é muito feliz assim. Ao menos parece. Mas é cheia de rancores do mundo, e principalmente de seus visinhos. Ela sempre fala de seus visinhos. Ela tem uma pedra no coração de dor e sofrimento, porém, seu coração parece ser de creme, de tão bom que é. Ela não consegue passar o dia sem conversar com alguém, ou até mesmo sozinha que é sua maneira predileta. Ela observa os pássaros com muita atenção, conhece todos ou quase todos. Conhece seus cantos. Diz ela que é porque viveu na roça e disso ela entende tudo! Ela é uma pessoa de pouco estudo, mas conhece o mundo. O mundo como ele é e não pelo o que ele tem. Ela não estudou mas explica muitas coisas e que realmente estão certas. Algumas... hehe. Essa mulher percebe cada pegada do vento no ar, ela repara muita a natureza, ela tem uma alma privilegiada; muitas pessoas que eu conheço não têm. Ela entende as coisas, só não sabe como falar e qual nome ela deveria dar pra isso. Ela não conhece os dons que tem.
Qual o objetivo disso tudo? Ah sei lá, a gente precisa olhar mais para as outras pessoas e sacar nelas algo positivo e, sim, destacá-lo como relevante. Existem milhões de pessoas aí que merecem nossos elogios e admirações e, porque não atenção? Tem muita gente aí que vive discriminando pessoas que parecem ser inferiores à eles. Eu não sei se você repara mas existem pessoas que não tiveram a vida gloriosa que você tem e que estão muito próximas do seu alto nível intelectual. Entende?